1962 - O MONUMENTO À REVOLUÇÃO DE 1932



No dia 9 de Julho de 1962, o prefeito Antônio Luiz Ferreira inaugurava um monumento à Revolução de 1932, nas dependências do Clube Diacui, às margens do Rio Paranapanema, área onde ocorreram confrontos entre os revolucionários e as forças do governo federal. 

 Fonte: Diário da Sorocabana, 7-7-1962, in Tertuliana Acervo 


As ribanceiras do Paranapanema foram palco de luta armada por ocasião da Revolução de 1932.
"Com a oposição praticamente total dos estados, isolado em suas fronteiras, São Paulo via-se às voltas com uma guerra que iria durar mais tempo do que o previsto, e não possuía condições bélicas para enfrentá-la com sucesso, como demonstra a observação comparativa dos quadros e do material bélico dos dois lados em luta. No setor sul as forças do governo central eram comandadas pelo general Valdomiro Castilho de Lima, que contava com os efetivos do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, somando aproximadamente 18.000 homens, além da Brigada Gaúcha, 27 corpos de provisórios comandados pelos generais João Francisco e Elisiário Paim, as polícias de Pernambuco e do Maranhão, e ainda o 22º.Batalhão de Caçadores da Paraíba. Os contingentes chefiados pelo general Valdomiro dispunham ainda de artilharia pesada composta por quase cem canhões de 105 m/m e de 75 m/m. Os paulistas que lutavam contra esse destacamento, chefiados pelo general Taborda, somavam aproximadamente 4.800 homens dispostos no eixo da linha férrea da Sorocabana, ramal de Itararé, e no eixo da rodovia de Itapetininga a Ribeira, e mais cerca de 3.500 homens entre a linha férrea e a cidade de Ourinhos. Quanto à artilharia, os constitucionalistas dispunham de quatro canhões da Força Pública, dois de 37 m/m e dois de 75 m/m - que não tiveram valia na luta por falta de quem soubesse manejá-los - quatro canhões do Regimento Misto de Artilharia de Mato Grosso e uma peça de 150 m/m vinda do forte de Itaipus. " http://www.cpdoc.fgv.br/dhbb/verbetes_htm/6366_4.asp)


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